Governo de Goiás constrói novos cenários para o desenvolvimento da ciência em Goiás

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Fapeg valoriza a ciência e os pesquisadores por meio de editais, além de fomentar a inovação no Estado nos âmbitos público e privado.

O Governo de Goiás, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), se destaca, nestes quatro anos de gestão (2019-2022), pelo fortalecimento da ciência e da inovação no Estado. Através de editais, movimentou o ecossistema de inovação, oportunizando a criação de startups e de empresas com ideias inovadoras; e de concessão de bolsas de mestrado e doutorado. Nesse sentindo, a Fundação também valorizou os pesquisadores ao reajustar os valores das bolsas de mestrado e doutorado, garantindo mais produtividade científica e incentivo às pesquisas acadêmicas.

Ainda, diante da emergência mundial em busca de informações sobre o novo coronavírus, a Fapeg lançou uma chamada emergencial específica para pesquisas que contribuíram com o fim da pandemia de Covid-19. Também atuou, por meio de editais, em parcerias nacionais e internacionais, na área ambiental, para a preservação do Cerrado e da Amazônia, entre outras. No campo tecnológico, investiu na criação de quatro Centros de Excelência que atuam em áreas estratégicas no Estado.

Sob a gestão de Robson Domingos Vieira, a Fundação intensificou as ações no interior do estado para garantir a democratização da ciência e buscou valorizar os cientistas para a retenção desses talentos em Goiás. “Uma das missões da Fapeg é disseminar o gosto pela ciência através de iniciativas que aproximem o pesquisador da sociedade. Além disso, queremos preparar Goiás para chegada das novas tendências tecnológicas”, explica o presidente da Fundação. Para isso, a Fapeg investe intensivamente em projetos de pesquisas básicas e aplicadas e, ainda, na instalação de centros de excelência que aceleram a transmissão do conhecimento gerado nas universidades para as empresas privadas, beneficiando assim toda sociedade.

Para o futuro, o objetivo é criar estratégias de fomento com proposta de construir uma Agenda 2030 para ser instituída a partir de 2023. As ações devem ser executadas até 2030 e funcionam como um guia de propostas consistentes para atuação da Fapeg visando ao fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação em Goiás. “Buscamos cada vez mais profissionalizar a Fundação, implantando uma visão estratégica de médio e longo prazo, melhorando os processos internos, valorizando funcionários, empreendedores e pesquisadores goianos, além de investir em ferramentas digitais – honrando sempre com os compromissos assumidos”, destaca Robson Vieira.

É com este empenho que o Governo de Goiás renova o compromisso com a ciência e a inovação no Estado para os próximos quatro anos de gestão. Ao priorizar investimentos em políticas públicas para o desenvolvimento humano e social em Goiás, a Fapeg avança cada vez mais rumo a um futuro mais produtivo, sustentável, tecnológico e inovador.

PRINCIPAIS AÇÕES DA GESTÃO

FOMENTO À INOVAÇÃO EM EMPRESAS: com recursos do tesouro estadual e aporte de mais de R$ 6 milhões em recursos de parceiros, como FINEP e CNPq, a Fapeg repassou recursos a cerca de 98 empresas inovadoras, sendo 78 delas criadas, por meio dos Programas TECNOVA e CENTELHA (que em 2022 chegou à segunda edição), além do fomento a dez incubadoras de empresas, nas instituições de ensino superior do estado, e fomento a cinco laboratórios de pesquisa e inovação de universidades goianas. Ao todo, foram concedidas 68 bolsas voltadas à inovação em 2019; 60 em 2020; 182 em 2021; e 10 bolsas até meados de julho de 2022.

IMPLANTAÇÃO DE QUATRO CENTROS DE EXCELÊNCIA: para alavancar áreas temáticas estratégicas para Goiás, foram criados o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA); o Centro de Excelência em Agricultura Exponencial (CEAGRE); o Centro de Excelência em Bioinsumos; e o Centro de Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais, com um total de R$ 24.769.906,47 de recursos do tesouro já investidos. Os Centros respondem pela pesquisa, desenvolvimento e inovação, com a atuação de pesquisadores de alto nível, corpo técnico avançado, pretendida a retenção de talentos, prospecção de soluções para aplicação direta no setor produtivo do estado, e também no setor público, induzindo a tripla hélice.

FOMENTO À PESQUISA E NA APLICAÇÃO DIRETA: visando à mitigação de problemas locais e/ou regionais, mais de 320 projetos de pesquisa foram fomentados pela FAPEG, oriundos de convênios e por meio de mais de 30 editais lançados no período, nas diversas áreas do conhecimento, em destaque o desenvolvimento de soluções para aplicação no SUS, em parceria com o CNPq, Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde, com 20 projetos fomentados; os projetos de pesquisa para enfrentamento da pandemia do Covid-19, com 12 projetos fomentados, com o montante de R$ 1,5 milhão; projetos para conservação da natureza, em parceria com A Fundação Grupo O Boticário; projeto para dinamização das exportações de empresas goianas, com parceria com a APEX-BRASIL, dentre outros. Todas essas ações envolveram as onze instituições de ensino superior que contam com cursos de pós-graduação em Goiás, envolvendo, ainda, seus laboratórios de pesquisa, além de parcerias com órgãos estaduais, alguns deles promovendo descentralização de recursos orçamentários à FAPEG para a execução das demandas em CT&I.

PESQUISA APLICADA NO GOVERNO: com o apoio a projetos de pesquisa aplicada que visem a produção e a sistematização de conhecimentos diretamente relevantes para a formulação e a implementação de políticas públicas, como a avaliação de políticas sociais da OVG, com participação do Instituto Mauro Borges; a avaliação do Programa de Compliance Público da CGE-GO; a solução de problemas da Secretaria da Economia, relacionados à evasão de ICMS no estado, ou para a composição de análises, cálculos e eficiência burocrática na PGE-GO, em projetos capitaneados no âmbito do Centro de Excelência em Inteligência Artificial; por fim, a criação de linha de fomento específica às propostas de pesquisa envolvendo instituições de ensino e governo do estado, por meio do edital “Governo com Ciência”.

FOMENTO A PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DA PÓS-GRADUAÇÃO: contribuição para a previsibilidade na disponibilidade dos recursos para a pesquisa e estímulo à formação de recursos humanos com capacidade de transformação da sociedade, com 797 bolsas de formação (mestrado e doutorado) concedidas em 2019; 350 bolsas em 2020; 403 bolsas em 2021; e 150 bolsas em 2022 nessas modalidades;

RETENÇÃO DE TALENTOS: estímulo para que jovens talentos possam prosseguir com suas atividades de pesquisa junto a grupos e redes de reconhecida, bem como implantou projetos para geração de oportunidades para jovens doutores. A FAPEG reajustou o valor das bolsas de formação, em valor superior aos praticados pelas agências federais de fomento à pesquisa (CAPES, CNPq). As bolsas de metrado e doutorado pagas com recursos do Tesouro Estadual tiveram reajustes, respectivamente, de 56% e 50%. As bolsas de Mestrado passam de R$1.350,00 para R$2.100,00. Já as de Doutorado passam de R$2.000,00 para R$3.000,00.

REGIONALIZAÇÃO DO FOMENTO À PESQUISA E INOVAÇÃO: contribuindo para a diminuição das desigualdades regionais e estímulo à mobilidade e fixação de talentos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições ou empresas, públicas ou privadas. Os mais de 320 projetos de pesquisa fomentados alcançaram e beneficiaram diretamente cerca de 34 municípios do estado de Goiás.

PRÊMIO FAPEG DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2022: solenidade realizada pela primeira vez em Goiás para homenagear os vencedores do Prêmio Fapeg – Abrindo fronteiras para o conhecimento! O evento aconteceu no auditório do Sebrae, em Goiânia, e contou com a participação de toda comunidade científica. Ao todo, 27 pesquisadores(as) que se destacaram em suas trajetórias desenvolvendo trabalhos de grande potencial que geram conhecimento e que contribuem para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador do Estado foram homenageados. A ação também reconheceu uma profissional de comunicação que, por meio do jornalismo científico, contribui para a divulgação e aproximação entre a CT&I e a sociedade.

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