Fapeg e pró-reitores de pós-graduação discutem estratégias para destinação de recursos da Capes

Fapeg e pró-reitores de pós-graduação discutem estratégias para destinação de recursos da Capes

Pró-reitores de pós-graduação e pesquisa de instituições de ensino superior com sede em Goiás reuniram-se na manhã desta quarta-feira, 11, com o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), Robson Vieira. O objetivo do encontro foi discutir uma proposta técnica a ser apresentada à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para investimento em cursos de mestrado e doutorado do Estado.

No dia 26 de novembro, a Capes assinou um protocolo de intenções com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) que irá destinar R$ 200 milhões para cursos de mestrado e doutorado avaliados com notas 3 e 4. Com o recurso, serão concedidas 1800 bolsas de pós-graduação no País pelos próximos quatro anos, a partir de março de 2020.

Os pró-reitores vão mapear os cursos com avaliações 3 e 4 que para que seja consolidada a proposta de Goiás. A Capes fará a seleção dos Programas de Pós-Graduação a serem beneficiados. Segundo determinação da Capes, serão escolhidos os que apresentarem melhores propostas e perspectivas de subirem no patamar de avaliação e que apresentarem maior relevância estratégica para o desenvolvimento do Estado.

Pontapé inicial
Esta articulação será a primeira participação dos Estados para a elaboração do novo Programa de Desenvolvimento Estratégico da Pós-Graduação Brasileira que está sendo proposto pela Capes. A instituição pretende substituir o atual modelo de análise de Formação e Pesquisa dos 4.591 Programas de Pós-Graduação (PPG) existentes no Brasil que deixarão de ter uma nota única – que vai de 3 a 7 para os recomendados e reconhecidos – e passarão a ter seu desempenho classificado com análise em cinco dimensões: Formação; Pesquisa; Inovação e Transferência de Conhecimento; Internacionalização, Inserção Regional; e Impacto na Sociedade. O novo modelo deve ser executado no próximo ciclo de avaliação, que tem início em 2021 e resultados divulgados em 2025.

Participaram da reunião na Fapeg, os pró-reitores da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Goiás), Milca Severino Pereira; do Instituto Federal de Goiás, Paulo Francinete Silva Júnior; da UFG Catalão, José Júlio de Cerqueira Pituba; da Unievangélica, Sandro Dutra e Silva; a pró-reitora adjunta e diretora geral de Pós-Graduação Stricto sensu da UFG, Maria Márcia Bachion; do Centro Universitário Uni-Anhanguera, Mychelle Borges Pereira, da Universidade de Rio Verde/PRPI, Eduardo Lima do Carmo e PRPG, Gustavo André Simon, a assessora de Pesquisa e Extensão da Universo, Cristina Dias de Souza Figua, da Universidade Federal de Jataí/PRPG Edesio Fialho dos Reis e do Instituto Federal Goiano, Alan Carlos Costa.

Pela Fapeg participaram, além do presidente, o diretor Científico e de Inovação, Marcos Arriel, o diretor de Programas e Monitoramento, Vanderlei Cassiano e o gerente científico, Eduardo Araújo.

Assessoria de Comunicação da Fapeg

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