Equipes iniciam Programa de Compliance na Fapeg

Ações buscam minimizar riscos e maximizar eficiência no serviço público

Na tarde desta quarta-feira (2) equipes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) participaram da primeira reunião para a implantação do Programa de Compliance Público (PCP). A iniciativa do Governo de Goiás busca reduzir riscos e erros e garantir a eficiência e a ética no serviço público.

A reunião contou com apresentações de Fernanda Bernardes e Rodrigo Góes, da Controladoria Geral do Estado (CGE). Na ocasião, foram apresentados os objetivos e as etapas iniciais de implantação do Programa.

Num primeiro momento, as gerências Científica, de Operações e Fomento e de Gestão e Finanças irão iniciar a implementação do CPC. Nesta etapa será estabelecido o escopo de trabalho, e os padrões de controle e de processos.

De acordo com Rodrigo Góes, a gestão de riscos institucionais será direcionada pela normativa ISO 31.000: 2018. “O objetivo é identificar riscos e estabelecer controle para que evitar que eles ocorram ou, caso aconteçam, minimizar seus impactos na organização”, explicou.

Participação

Os servidores das gerências selecionadas para o trabalho inicial do PCP deverão preencher uma Matriz SWOT, documento em que se apontam as forças, as oportunidades, as fraquezas e as ameaças da sua unidade administrativa. Numa próxima etapa, todas as outras unidades e servidores da Fapeg também participarão de Programa.

Fernanda Bernardes destacou que colaboração dos servidores é fundamental para a implementação da gestão de riscos. “Precisamos conhecer o contexto, saber as dificuldades e problemas já enfrentados para evitar que eles voltem a acontecer”, ponderou.

Maturidade

A equipe da CGE apresentou ainda o resultado de uma avaliação de maturidade de gestão de riscos feita na Fapeg, também realizada em todas as unidades do Estado. O processo verificou as iniciativas já existente da Fundação, que recebeu nota 1,2, numa escala de 1(gestão ingênua) a 5 (gestão amplamente incorporada). Fernanda explicou que essa tem sido uma média comum em outras unidades do Estado e que, à medida que a implantação do PCP avançar, serão realizadas novas avaliações em que espera-se que a média cresça.

 

Assessoria de Comunicação Social da Fapeg

 

 

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